Utilidade pública: a ética nossa de cada dia.
Ética em propaganda é um assunto que gera tantas dúvidas e discussões quanto futebol, política e religião.
Há muitas dúvidas em relação ao que pode, à propaganda enganosa, às contestações e principalmente, ao que fazer quando você, consumidor, sente-se ofendido diante de determinado material publicitário.
O público, em grande parte, não sabe da existência de um código de ética que rege a propaganda brasileira, que nunca foi desrespeitado pelos veículos de comunicação e que, nas raras vezes em que foi questionado na Justiça, saiu-se vitorioso.
O CONAR, Conselho Nacional de Autorregulamentação Publicitária, é a instituição que fiscaliza a ética da propaganda comercial veiculada no Brasil, norteando-se pelas disposições contidas no Código Brasileiro de Autorregulamentação Publicitária; é uma ONG fundada e mantida pela propaganda brasileira.
Mas o que pouca gente sabe é que um anúncio reprovado pode ser retirado de circulação em poucas horas.
No exercício de sua cidadania, o consumidor que denuncia o anúncio que o prejudicou ou ofendeu, impede que outros consumidores venham a sofrer os mesmos impactos negativos e contribui para o aprimoramento da nossa propaganda.
Assim, é possível evitar que anúncios de má-fé, enganosos ou abusivos prosperem impunemente.
Vale ressaltar que o CONAR não impõe, apenas sugere, mas suas considerações são rigorosamente respeitadas pelos veículos de comunicação.
Saiba tudo sobre o CONAR aqui.
As reclamações são feitas no site, gratuitamente.