Archive for março, 2009
Yes, he is.
O mundo mantém o foco no presidente dos Estados Unidos.
Barack Obama detém, além do poder da maior potência econômica mundial, toda a atenção da mídia.
Rapidamente virou ícone, herói, um mito vivo.
Ao digitar seu nome em sites de busca, como o Google, é possível encontrar aproximadamente 20.300.000 resultados. Isso sem falar nas capas de revistas, matérias de jornal, internet e conversas em salas de aula e botequim.
Este site reuniu alguns do desenhos mais bizarros do presidente americano.
Veja os mais curiosos.
Propaganda picante
A constante exposição dos corpos na publicidade, na mídia e nas interações cotidianas associada à moldagem de uma nova moralidade configura-se numa série de repercussões que geram comportamentos diversos.
A ação da mídia no cotidiano das pessoas é mais incisiva do que se imagina. Por trás da aparente liberação física e sexual, existe a conformidade e a necessidade de se moldar um determinado padrão estético. A mídia incita as massas de forma coletiva.
A mercadoria em si perdeu o seu poder fetichista dando lugar ao valor mercadológico, espetacularizado através da propaganda.
Linhas diversas de estudos afirmam que é o uso de corpos perfeitos e ícones que remetem à prática sexual agregam cada vez mais valor às marcas.
A sociedade de hoje é movida pelo capitalismo. Um mundo tomado pela proliferação de tendências e ideias da minoria está em ebulição. Nesse mundo, as pessoas estão sempre receptivas ao prazer. Trabalham mais para possuir mais poder aquisitivo e consumir mais. Em virtude disso, as relações humanas estão mais superficiais, os relacionamentos mais abertos, as práticas sexuais mais acessíveis.
Neste cenário, o erotismo adquire mais consistência, mais importância e ocupa um lugar de destaque na vida das pessoas. O apelo e a recepção ao instinto e ao desejo estão maiores.
Dessa forma, o sexo funciona como um banquete para a publicidade. O discurso psicológico que a mensagem erótica estabelece com o cérebro conduz ao encantamento.
O uso dos veículos de comunicação e o apelo midiático do sexo nas relações cotidianas oferecem a felicidade erotizada. Aquela que é preciso consumar para sorrir.
A propaganda erótica explora um desejo que não tem fim. Agora, mais do que nunca, é preciso encantar o consumidor, seduzi-lo e levá-lo para a cama.
É possível observar claramente o uso de referências sexuais na concepção de peças publicitárias que veiculam a todo instante. Disparos em série de material erótico, pornografia e sexualidade aparecem implícita e explicitamente em todo lugar: no cartaz da cerveja, no anúncio da sandália, no comercial do perfume, no outdoor do futebol, da calça jeans…
O apelo erotizado convence por prometer o prazer em troca da aquisição de determinado produto. O aditivo erótico é útil para vender qualquer coisa.
Freud foi o primeiro a reconhecer o poder que o sexo tem sobre as pessoas. Segundo ele, a sensualidade é um recurso infalível para se conquistar o consumidor.
Empresas como a Mash, Axe e Benetton são conhecidas pelas campanhas publicitárias picantes que põem no ar. Há 15 anos, a Du Loren utiliza o artifício sexual como apelo de vendas, valendo-se de visuais que mostram até homossexualidade explícita.
Neste cenário, os símbolos sexuais viram garotos propaganda. Da figura sensual de Marilyn Monroe, tudo foi aproveitado. O olhar do Marlon Brando transcende gerações. A tendência é transformar o produto em objeto sexual.
Juliana Paes vende de lingerie a cozinhas moduladas; Richard Gere, de carros esportivos a remédios para dor de barriga.
Diante do apelo erótico, o poder de persuasão tende a aumentar, pois o consumidor age pela emoção que sente ao ser provocado sexualmente, mesmo que ele nem perceba.
“Se a propaganda reflete o dia-a-dia das pessoas, não há como deixar de falar em sensualidade.”, assinala Dalton Pastore, presidente da Associação Brasileira das Agências de Publicidade (Abap).
Os estereótipos de Eros e Afrodite vêm à tona nos tempos de Barack Obama e se tornam mais exigentes quando a arte é pós-moderna e a comida contemporânea.
Rita Molick
Lançamento da garrafa de um litro da Água Francesa Perrier
Rita Molick é redatora da Armação e aluna do Programa de Pós-graduação em Ciências Sociais da Universidade Federal do Rio Grande do Norte; seu objeto de pesquisa e estudo é O poder de persuasão do erotismo na propaganda.
Veja o que elas acharam da homenagem que fizemos
Obrigada pela exaltação tão especial.
Ser considerada uma evolução do homem é o máximo. Essa agência sabe
mesmo cativar …
Zilda Dalle Canejo
ADOREI RSRSRSRSRS
Gostei tanto que pergunto se posso parabenizar minhas amigas com essa peça. Autoriza? Bjsss
Cibele Guedes
Oi Jener,
Amei!!!
Adrianny Ferraz
Obrigada, Jener!
Beijos,
Marisa Almeida Duarte
Genial!
Cintya Patrício
Valeu!!!
Muito obrigada pela atenção.
Camila Araújo
MUITO LEGAL E CRIATIVO! Mulheris sapiens! Esta espécie é show, apesar das TPM!
Viviane Farias
Adorei o e-mail mkt, [dia int da mulher] muito bacana a idéia..uma leitura rápida da imagem e a estética impecável..enfim um recado bem dado.
Luciana Galvão
Show a mala-direta eletrônica do dia internacional da mulher…
Fabiana Veras
Os sonhos de hoje
Em 2008, a Armação fez 3 contratações.
3 estagiários foram efetivados. Gente jovem que sonha muito e prioriza suas realizações.
Isabelle Marinho, Claudia Hane e Victor Olavo.
Quando eles nasceram, a Armação já existia.
Hoje, às vésperas dos 25 anos, a empresa dá oportunidade pra gente que nem eles começar a caminhar rumo às obrigações e responsabilidade do mundo dos adultos.
Conheça um pouco melhor Belita, Claudinha e Grilo.
Como você chegou à Armação?
Isabelle: Por indicação de um amigo. Ele me disse que estavam precisando de arte final e me candidatei à vaga.
Claudia: Através de Curso no Senac.
Victor: Através da indicação de um professor da faculdade, que conhece Modrack, e soube que estavam precisando.
Qual foi o maior desafio no início?
Isabelle: O maior desafio no início foi que, de repente, eu tinha muitas responsabilidades, muitas coisas que por falta de experiência tive que aprender muito rápido e “apanhando” bastante.
Claudia: Devido a ser o meu 1° emprego, tinha medo de não suprir todas expectativas que depositavam em mim.
Victor: Me adaptar ao ritmo de trabalho de uma grande agência.
Este foi o seu primeiro estágio?
Isabelle: Foi sim, o meu primeiro estágio.
Claudia: Sim
Victor: Não. Já tive experiências em outros lugares mas, nada comparado à Armação.
Durante quanto tempo você fez estágio?
Isabelle: Durante 6 meses.
Claudia: 1 ano.
Victor: Durante 5 meses.
O que mudou na sua vida durante o estágio?
Isabelle: Mudou muito na parte profissional. Aprendi muito, adquiri experiência que era uma coisa que eu não tinha, adquiri mais conhecimento em programas, noções de finalização, dentre outras coisas. Além de conviver com pessoas altamente conceituadas no mercado e sugar a experiência delas.
Claudia: Cresci mentalmente e profissionalmente. Na verdade, o meu estágio foi uma escola para vida.
Victor: Aprendi muito mais na agência do que aprenderia sozinho ou, em outros lugares menores.
Por que você acha que foi contratado(a)?
Isabelle: Suponho que pela minha desenvoltura durante o estágio.
Claudia: Acredito que foi por mostrar competência e confiança.
Victor: Acredito que tenha sido pelo fato de ter me identificado com a equipe e estar sempre disposto a aprender mais.
Quem lhe deu a notícia?
Isabelle: Sandra.
Claudia: Sandra.
Victor: Sandra.
Qual a sua reação?
Isabelle: Fiquei muito feliz. Era uma coisa que eu queria muito.
Claudia: De muita alegria e surpresa
Victor: Tomei um grande susto, mas fiquei bastante feliz.
Sua contratação lhe pegou de surpresa ou você já esperava por isso?
Isabelle: Eu meio que esperava, mas tinha ainda receio de não ser. Até que me deram a notícia.
Claudia: Não, mas, com certeza, foi uma surpresa ótima.
Victor: Eu esperava pela contratação, porém, não que fosse tão rápido.
O que mudou depois da contratação?
Isabelle: Aumentou a responsabilidade!!!
Claudia: Conheci melhor as pessoas que trabalham comigo, fiz grandes amigos, e criei uma admiração maior por profissionais que fazem parte dessa equipe maravilhosa.
Victor: Com a minha carteira assinada, posso finalmente dizer que estou trabalhando com o que gosto e, principalmente, posso pagar a minha faculdade e ajudar meus pais nas despesas de casa.
O que significa pra você ter sido contratado(a)?
Isabelle: Além da aquisição de conhecimento e a experiência de trabalhar em uma agência como a Armação, é fantástico.
Claudia: Significa que sou capaz de alcançar até mesmo aquilo que acreditava ser impossível.
Victor: A certeza que estou crescendo como profissional e de que meus trabalhos agregam valor ao nome da Armação.
O nível de exigência aumentou?
Isabelle: Consideravelmente. Não só pelos outros, mas por mim mesma.
Claudia: Com certeza, agora, “respondo pelo meus atos”.
Victor: Bastante
Qual a impressão que você tinha da Armação?
Isabelle: A impressão que eu tinha era que ela era uma ótima agência. Recheada de profissionais competentes.
Claudia: Antes de entrar na Armação, já acreditava que era uma grande empresa.
Victor: Uma agência grande como a Armação, para mim, sempre foi meio assustador; sempre pensei que não daria conta do serviço.
E agora, como você vê a agência?
Isabelle: Vejo a mesma coisa, com a diferença que agora faço parte dela.
Claudia: Antes de a conhecer já acreditava nela, agora que conheço, acredito mais ainda. Não é por acaso que ela está fazendo 25 anos de mercado.
Victor: Eu fazia muitas especulações antes de conhecer. Agora que conheço sei que a equipe é ótima. Eles podem contar comigo para o que precisarem e eu posso contar com eles também.
Quais seus planos para o futuro?
Isabelle: Continuar com tudo que venho construindo, terminar este ano a faculdade e já emendar em uma pós ou curso no setor de artes. Além de continuar na Armação, lógico.
Claudia: Estudar bastante, crescer profissionalmente e construir uma vida privilegiada. O resto a gente corre na frente, kkk
Victor: Eu pretendia me tornar diretor de arte. Depois de entrar na Armação, me apaixonei pela arte da finalização e decidi que vou me dedicar a isso. Por enquanto, estou terminando a faculdade de Publicidade e Propaganda, mas pretendo estudar cada vez mais.
A Armação faz 25 anos este ano. Quando a empresa nasceu, você ainda nem existia. O que significa ser funcionário da mais antiga agência de propaganda de Natal?
Isabelle: Cara, é uma sensação indescritível. É muito bom. E melhor ainda é fazer parte dela e poder dar continuidade aos primorosos trabalhos que ela faz.
Claudia: Para mim é um orgulho trabalhar em uma empresa bem conceituada, e a mais antiga agência de propaganda em Natal, pois agência como esta não existe.
Victor: Pra mim é uma grande honra fazer parte dessa história.
Vivo na Armação

Célio Mário, Leila Costa e Paulo André
A operadora Vivo chega à Natal com uma proposta inovadora no ramo da telefonia.
Hoje, Leila Costa, analista de marketing e Célio Mário, marketing do Ceará vieram à agência conhecê-la mais de perto.
Eles visitaram todos os setores, conversaram com os profissionais e provaram o café que nenhuma outra agência de Natal tem.
Doe sangue. Você pode fazer muito.
Depois do carnaval, a situação é delicada no Hemonorte.
Tipos de sangue negativo são os mais difíceis; os mais comuns continuam encabeçados pelo O a A positivos.
A dificuldade de reserva compreende o sangue negativo como o O, A, B e AB. Outro problema são os estoques do tipo B positivo, também considerado raros.
Segundo a chefe da divisão de serviço social, Célia Araújo, explicou, o número de bolsas de alguns tipos continuam elevados em razão da campanha realizada no período anterior ao carnaval. “A população sempre atende quando fazemos uma solicitação para doações”, disse.
Porém, ela revela que o número de coletas é reduzido após as campanhas, o que acaba dificultando os procedimentos em cirurgias ou transfusões.
Outro problema é que o Hemonorte conta apenas com um veículo funcionando como posto de doação, situado em frente à catedral nova. O posto itinerante continua em reforma.
Célia Araújo chamou atenção para as doações em outras áreas de Natal. Para tentar diversificar as coletas, um posto foi criado na Zona Norte de Natal, mas o número de doações ainda é considerado baixo.
Estoque de sangue
O +: Aproximadamente 400 bolsas
A+: Aproximadamente 320 bolsas
B+: 54 bolsas
O -: 9 bolsas
A-: 39 bolsas
B-: 7 bolsas
AB-: 2 bolsas
AB+: 0
Locais de doação:
Casa da Cidadania, ao lado da área de lazer do Panatis. Avenida Paulistana, 132, Panatis (ao lado da área de lazer);
HEMONORTE – Avenida Almirante Alexandrino de Alencar, s/nº, próximo ao Bosque dos Namorados.
Posto móvel: Em frente à Catedral nova.
[Fontes - Texto: nominuto.com | Imagem: Google]
AL realiza debate e discute mudança de vida para mais de 12 milhões de nordestinos

Nos dias 5 e 6 de março, a União Nacional dos Legislativos Estaduais (Unale) reunirá deputados do nordeste para debater a questão da Transposição do Rio São Francisco e a Distribuição de Energia no Nordeste na Assembleia Legislativa do Rio Grande do Norte, em Natal.
O encontro será uma grande oportunidade para debater a importante questão da Transposição do Rio São Francisco. O projeto orçado em R$ 6 bilhões levará a água do Rio São Francisco para regiões do Ceará, do Rio Grande do Norte, da Paraíba e de Pernambuco. A expectativa do Governo Federal é de beneficiar 12 milhões de pessoas. E para discutir a melhor maneira de a população ser beneficiada com a transposição do rio, a Unale reunirá parlamentares de toda região nordeste. O evento terá a participação do Secretário de Infraestrutura Hídrica do Ministério da Integração Nacional, João Reis Santana Filho, que é responsável pelo Projeto do Rio São Francisco, e o governador do estado de Pernambuco, Eduardo Campos.
O presidente da Unale, deputado César Halum (TO) afirma que os encontros regionais são uma das formas de aproximar os parlamentares de cada região do País. E que o encontro será uma oportunidade de os parlamentares nordestinos se atualizarem sobre o assunto, além de expor suas dúvidas, questionamentos e sugestões. “É fundamental que as assembléias passem a ser ouvidas diante dos temas nacionais. Já temos a dificuldade de legislar em função das restrições impostas pela Constituição de 88 e é preciso que o Congresso Nacional ouça as Assembléias”, defendeu.
Valesca Riviéri
Assessora de Imprensa da Unale
imprensa@unale.org.br
(61) 3323-7215
(61) 9113-6830
Alexandre Isomura
alexandreiso@gmail.com
(61) 9974-4598
[Fonte: al.rn.gov.br]




















