Archive for junho, 2009
A internet em dados
O UOL desenvolveu um site simples, direto e educativo mostrando a importância e o crescimento exponencial que a internet vem tendo no país, vendendo-a como mídia importante para ações de comunicação. O site para acesso é o: A midia que mais cresce , lá você tem acesso a informações sobre perfil e por região, por exemplo. Estão disponíveis em PDF para download.
É uma ótima iniciativa para o setor de mídia digital, vai para ajudar no esclarecimento sobre o desconhecimento do meio para alguns clientes e profissionais de mídia.
A Terra ficou pior
Eram pouco mais de 19:30 de ontem, 25 de junho, quando Zé Marcelo entra na sala de aula, me chama e diz de longe: “Michael Jackson morreu!”
- não entendi..
- Michael Jackson morreu, repetiu ele.
Depois de comunicar a todos, tive uma rápida ausência daquela aula de Marketing de Varejo e assisti instantaneamente um filminho que começou em agosto de 1977, passou por dezembro de 1980, correu pela Praça da Paz Celestial, pela África de Mandela, pelas ruas de Theerã e voltou a Los Angeles.
O repicar de cenas entrecortadas não considerou que Michael Jackson vendeu 750 milhões de discos, que Thriller foi o álbum que mais vendeu no mundo, que não faz muito tempo que o mundo esteve dividido entre os que o defendiam e os que o acusavam.
Nada disso passou na minha cabeça.
As cenas traziam Elvis Presley, o eterno rei do rock, com um fim tão parecido; John Lennon, que cantou a paz; aquele chinesinho que parou uma fileira de tanques e a certeza de que o mundo dos bons acaba primeiro. Não se sabe por que.
Não me preocupam as esquisitices de Michael Jackson, alguém já disse que de perto todos somos meio doidinhos mesmo, mas a ausência de um dos mais completos e geniais artistas contemporâneos sem que ele tivesse tido tempo de dar a tão esperada volta por cima.
Acredito, sim, que a excursão que ele começaria agora em julho o faria ressurgir como ele sempre foi: técnico, inovador, emocionante.
Certamente que aqueles que o destruíam há tão pouco tempo hoje estão chorando de saudade e reverenciando hipocritamente o homem que desde ontem, com sua morte, virou mito.
É assim mesmo, o mundo é mau.
Mas certamente o céu vai ficar melhor.
Jener Tinôco
Revistas de luxo – um dos mercados mais promissores do mundo
Notícias de uma galeria em Londres que inova as artes plásticas; as últimas informações do maior torneio internacional de hipismo; objetos de desejo e roteiros de viagens muito especiais; raridades; clássicos e vanguarda cultural; as melhores bebidas, marcas, lugares; editorial de moda com a top número um do mundo e acessórios das mais refinadas (e caras) butiques do país.
Talvez essas pautas estejam um pouco distantes do leitor médio, como são chamados 95% dos consumidores de revistas do Brasil, mas, para uma classe bem definida e historicamente formadora de opinião, os assuntos interessam e fazem parte da sua vida. Definidos como ‘leitores de luxo’, compõem uma pequena fatia da sociedade que engorda nosso Produto Interno Bruto (PIB) e faz a economia girar constantemente. Para eles, o básico e o comum não estão nos planos; o que interessa é o charme, o glamour, o desejo, o exclusivo, a alta qualidade indiscutível, temperados com vaidades e autoafirmação.
No Brasil existem, ainda, publicações que tratam de produtos acessíveis apenas aos consumidores de luxo. Caso das revistas Náutica, Aero Magazine, Avião Revue, Gabriel, Polo, Golf e Iate, e outras. O consultor e especialista em mercado de luxo Carlos Ferreirinha aponta uma diferença muito grande entre elas. “Estas publicações são focadas em uma atividade de luxo. Eles se especializaram demasiadamente em apenas um segmento. O resto é tempero. Mas as revistas de luxo em si trazem generalidades, têm um comportamento de glamour. Elas precisam estimular pela harmonia de generalidade”, descreve Ferreirinha.
No país, existem várias revistas para atender a esse segmento, repleto de peculiaridades. A primeira coisa a lembrar é que, independentemente do que recheia suas páginas, todas praticam o jornalismo.
Folhear uma revista de luxo é uma experiência à parte. O papel, invariavelmente, tem ótima qualidade; as fotos são melhores que as de publicações comuns e o design é impecável. As propagandas alimentam o sonho de consumo de milhões de pessoas; as reportagens são diferenciadas; as pautas, inusitadas e chamativas; os colaboradores são renomados especialistas. O leitor ávido por informação e visual de qualidade pode até comprar uma dessas revistas, mas não deve se chocar ao saber que não é o público alvo. Este, ao contrário, as recebe no conforto e na privacidade do lar, em um envelope tão especial quanto a primeira capa.
Diferentemente da maioria das publicações, as revistas de luxo não dependem da venda em bancas e de assinaturas para existirem. Não têm números atestados pelo Instituto Verificador de Circulação (IVC), o que absolutamente não prejudica a gorda publicidade. Ao contrário, sua verba vem, quase totalmente, dos anúncios. Isso confere ao departamento comercial importância absoluta. Um diretor de redação chegou a comentar em off que faz uma pré-seleção dos anúncios.
Para atrair leitores, cada revista aposta em um conceito. A Wish não se preocupa com o mundo das celebridades.
A A Magazine aposta em uma tendência diferente. Coloca em suas capas personalidades conhecidas do mundo da moda, com chamadas pequenas e diretas.
A revista Versatille aposta em celebridades conhecidas do público em geral como Carmo Dalla Vecchia, Marisa Orth e Maria Fernanda Cândido.
Fonte: páginas exclusivas do Portal da Comunicação
10 dicas para fazer o seu dia caber em 24 horas
Organize os bastidores. Para ter um bom desempenho na sua atividade, você precisa saber que as ferramentas e informações estão disponíveis, atualizadas, e serão encontradas com facilidade no momento certo. Gastar tempo e esforço procurando onde está o arquivo certo, a versão assinada daquele documento, ou o telefone daquele fornecedor importante, além de prejudicar diretamente a eficiência, também é uma fonte inesgotável de distrações e interrupções – quando você perceber, já estará se dedicando a outra tarefa sem concluir a primeira, e todas as prioridades vão para o espaço. Pastas, arquivos, gavetas e ferramentas de trabalho devem ser organizadas racionalmente e mantidas em condições de uso.
Diga mais ‘não’. Diga sim só quando puder ou for necessário, e focalize seus esforços em poder fazê-lo para tudo que lhe agregar valor, e em alcançar uma posição em que você possa escolher melhor as suas respostas. Em todos os demais casos, saiba quando dizer ‘não’ de forma consistente, e economize o stress gerado (em você e em quem você fatalmente deixaria na mão) por atividades que estão além do seu alcance, do seu cronograma, do seu interesse ou mesmo da sua capacidade atual.
Agende direito. Na tentativa de fazer caber mais atividades no dia, muitas pessoas abandonam a perspectiva da efetividade, e acabam agendando o impossível. Lembre-se de todas as vezes que você teve de lidar com algum médico que agenda consultas de 15 minutos por paciente (e aí nunca cumpre o horário marcado, lota a sala de espera de pacientes mal-humorados, e ainda por cima atende todo mundo com pressa), ou com algum técnico de manutenção de TV a cabo que agenda atendimento a 10 clientes por dia, sem considerar tempos de deslocamento – e aí sempre acaba deixando alguém na mão (e também atende todo mundo com pressa). Agende-se considerando a realidade: tempo de preparação, deslocamento, providências posteriores e a possibilidade de realizar um serviço com qualidade, além da eficiência e produtividade. Não deixe seus clientes e parceiros esperando, não fure compromissos regularmente, e reserve tempo para fazer tudo sem atropelos.
Simplifique. Ao não definir claramente a razão da busca da produtividade pessoal, você corre o risco de ceder à tentação de agregar novos compromissos e atividades à sua vida, sem considerar se eles realmente aproximam você de suas necessidades e objetivos pessoais, ou se são apenas um ganho ilusório. O ideal é concentrar-se no que é indispensável e no que agrega valor. É difícil perceber esse problema em nós mesmos, pois sempre parece, a princípio, que tudo o que fazemos é essencial. Mas olhe ao seu redor, e pense no número de pessoas que você conhece que vive estressado e insatisfeito por tentar, de forma não sustentável, fazer mais coisas do que é capaz.
Considere a vida como um todo. Embora nosso dia seja artificialmente dividido em fatias – a hora da faculdade, a hora do trabalho, a hora da janta em família, etc. –, considerá-lo como se fosse realmente dividido em fases estanques aprofunda os problemas que deveríamos evitar. Use bem os limites da sua flexibilidade, e considere todas as dimensões da sua vida antes de tratar da alocação do tempo. Caso contrário, você rapidamente cairá na armadilha de tentar misturar as fases – pensando no artigo do seu MBA enquanto está no trabalho, preparando reuniões e apresentações na hora do jantar com a família, e depois matando aula da pós para compensar. Você tem 24 horas no seu dia, e precisa usá-las bem para cuidar de todas as facetas da sua vida.
Foco e concentração. Muitas vezes nós acabamos criando armadilhas para a nossa própria produtividade, ao rejeitar instrumentos simples, como listas de pendências, contatos e agenda de compromissos. Mantemos informações apenas na nossa cabeça, e elas acabam ficando no caminho quando precisamos nos concentrar no que estamos realizando a cada momento. O planejamento e preparação inadequados causam distrações desnecessárias e difíceis de evitar, porque ocorrem dentro de nós mesmos, sem causa externa que possa ser combatida. Ter – e usar! – um sistema confiável de registro de pendências, compromissos, contatos e referências é a forma de solucionar este efeito, e não depende de tecnologia: embora existam sistemas sofisticados muito bons, os métodos baseados em papel e caneta continuam populares.
Conheça os métodos. Não há falta de métodos de organização e produtividade pessoal, cada um com seu enfoque. Na livraria da sua esquina você encontrará vários. Nenhum deles resolverá sua vida sozinho (embora alguns deles adotem uma perspectiva de “auto-ajuda” que pode lhe afirmar o contrário), mas conhecê-los ajudará você a formar sua própria idéia sobre como lidar com a sua situação específica.
Encontre seu próprio caminho. Adotar integralmente algum dos métodos de produtividade pessoal prontos do mercado editorial raramente dura, embora a experiência em si possa ser positiva. Não somos feitos em moldes, e cada pessoa tem suas próprias necessidades e aptidões. Reconheça a sua situação, e lembre-se sempre que o que você quer não é uma técnica, e sim uma solução para o seu problema específico. Mudar de atitude é difícil, é só funciona a longo prazo se a motivação for baseada nas suas necessidades e nos seus valores, de forma a construir uma nova rotina que seja adotada de forma autêntica e genuína.
Saiba a razão do seu interesse em produtividade. É comum ver pessoas que buscam técnicas de produtividade pessoal sem definir claramente a razão e aí, mesmo quando bem-sucedidas, acabam simplesmente tendo um pouco mais tempo livre para preencher arbitrariamente com mais obrigações, e permanecem tão estressadas quanto antes, sem ganhar nada de positivo para si com isso. É importante saber o que se deseja alcançar com o ganho que a produtividade trará, e aí orientar os esforços na direção certa. E aprofunde a análise: raramente “para poder trabalhar mais”, “para ganhar tempo” ou “para ganhar melhor” são respostas suficientes.
Não erre o foco. Ganhar produtividade pessoal não deve ser um objetivo, e sim um caminho. Quem gosta de ler sobre o assunto, se informar, testar todos os métodos e comparar os autores geralmente já é produtivo o suficiente, ou não está tentando ser. Para quem quer ganhar produtividade e eficiência, o fundamental é analisar sua situação, informar-se suficientemente a respeito, e aí encontrar rapidamente uma técnica que funcione bem, e segui-la, para aí voltar a se concentrar em seus próprios objetivos pessoais, evitando desenvolver uma obsessão pela busca da máxima produtividade possível – a não ser que seja por gosto pessoal, que é o caso em que deixa de ser necessário haver justificativas baseadas em resultados.
Fonte: Google | imagem
Fonte: efetividade.net | texto
Marcão. O retorno.
Marcus Oliveira, o Marcão, veio rever os amigos da Armação.
Ele ingressou no fantástico mundo da propaganda por aqui e foi diretor de arte da casa. Há 3 anos mora em Curitiba, onde passou por algumas agências antes da CCZ Comunicação, onde atualmente é diretor de arte.
Marcus disse que tem uma rotina chata em Curitiba: do trabalho pra casa e de casa pro trabalho. Por isso, já que fica aqui até a próxima quinta, a programação é ininterrupta.
Sua visita já faz parte da comemoração dos 25 anos da Armação, pois possibilitou convidá-lo pessoalmente para o evento que acontece em dezembro deste ano.
Pra quem já o conhecia, os abraços, beijos e palavras de carinho e saudade foram excessivas e intercaladas de conteúdoimpróprioparapublicação; enquanto que, quem o vê pela primeira vez, desacredita em tudo que disseram dele até então.
É. Ele disse que não pretende voltar pra Natal. Porque não.

Wagner, Modrack, Jão, Paulo André, Marcão e Jener
Modrack, Jão, Paulo André, Marcão e Jener
Paulo André, Marcão e Jener
Coerentes com o mercado mas não com as marcas | por Paulo Peres
Este blogueiro que vos fala é um entusiasta de Al Ries – acho que vocês já perceberam -, que falou uma coisa interessante nas colunas na Advertising Age, que abro para discussões.
McDonald’s e a Amazon, (como também, por exemplo, Saraiva.com) nasceram com um propósito inicial de vender um tipo de produto especificamente, hambúrguer e livros, respectivamente.
No entanto, hoje essas duas realidades estão mudadas. Segundo Al Ries elas vêm sendo perdidas com a inserção de uma gama de novos produtos no mix de oferta, desfocando a maneira como o consumidor conheceu a marca.
É salada, é wrap, é café-da-manhã, é docinho de não sei o quê. Essa fidelidade inicial do cardápio foi alterada ao longo do tempo, como na Amazon também aconteceu, quiçá a Saraiva.com, com suas vendas de eletroeletrônicos (daqui a pouco até toalhas estarão vendendo).
Para Al Ries, isso é o fenômeno que aos poucos dilui a forma como a marca foi construída (McDonald’s hamburguer; Amazon livro) ao ser ampliada sua gama de atuação de mercado.
Chris Anderson ficou conhecido por propor uma venda ampliada para diversos produtos em um mesmo local – o ganho com produtos pouco procurados, mas distribuídos numa escala maior de oferta. Para ele e para muitos estudiosos é natural a inserção de muitos produtos no mix da empresa, de forma a forçar a permanência maior do usuário consumidor dentro da loja ou site.
É um fenômeno ocorrido pelo excesso de concorrência a aglutinação de produtos. Algo hoje comum e decorrente da globalização.
O poder do específico
Essa visão é convergente fazendo-me pensar em outra coisa ainda: o poder do específico. Que é aquela empresa que amplia sua gama de produtos, mas permanece conhecida apenas por aquele segmento. Por exemplo: drogaria, você não compra apenas remédio, mas até caderno.
Hoje essas empresas que cresceram não trabalham com tanta ênfase, na minha opinião, seus produtos primários (produtos-origem), mas sim trabalham sua marca, sem especificar seu segmento de atuação. Com investimentos maciços em publicidade. Ou seja, quantidade, repetição. Utilizando a publicidade como uma muleta para a ampliação (ou ineficiência em brigar no mesmo segmento com outros concorrentes).
Isso é bom? É ruim? É o caminho natural das coisas daqui para frente? Será que a Saraiva.com continuará a ser conhecida como livraria daqui uns cinco anos, ou virará um supermercado online de produtos? Al Ries enfoca o problema desse distanciamento como uma dilatação do segmento que a empresa nasceu.
Foco na marca ou foco na venda de produtos? [Webinsider]
Artigo publicado aqui.
Blog do autor, aqui.
Especial, especialidades e especializações
A Armação é uma empresa que valoriza e incentiva a atualização e reciclagem constantes de seus funcionários.
Como exemplo, podemos citar a capacitação de Claudia Hane, assistente administrativo, que concluiu o curso Análise e Planejamento Financeiro no Sebrae e já está matriculada no curso Rotinas de Tesouraria, que começa no próximo mês.
Paulo André, diretor de atendimento, concluiu Desenvolvimento de Liderança, também no Sebrae. O resultado deste curso já pode ser observado claramente em suas rotinas de trabalho. O pessoal da Armação sente na pele essa emoção.
Pesquisa mostra que publicidade vai recuar no mundo e crescer no Brasil
A América Latina –e o Brasil, em especial– está na contramão de previsões negativas na área de publicidade no mundo. É o que mostra o relatório “Entretenimento e Mídia Global – 2009-2013″, divulgado pela consultoria PricewaterhouseCoopers, após consulta a anunciantes, agências de publicidade e empresas de comunicações de 48 países.
Em sua décima edição, a pesquisa estima que, neste ano, os investimentos feitos em propaganda no mundo cairão 12,1%. No ano que vem, o declínio deve ser de 2,7% e, em 2011, haverá leve alta, de 1,4%. Mesmo assim, até 2011, a receita gerada com investimentos em propaganda continuará 13,3% menor do que a do ano passado.
A América Latina, no entanto, está longe de ver tamanho encolhimento de mercado, tanto nos investimentos feitos apenas em publicidade quanto nos realizados em entretenimento e mídia, como videogames e música digital.
Só em publicidade, o aumento nos investimentos será de 1,9% na região.
A América Latina, segundo a pesquisa, também será a área de maior crescimento nos gastos em entretenimento e mídia, com alta anual média de 5,1%. Apesar de a consultoria esperar retração de 1% para este ano, a expectativa é que o crescimento volte à casa de dois dígitos em 2013.
Brasil em alta
Na região, o Brasil será o país com a maior expansão média nos investimentos gerais, com alta de 4,6% ao ano. Deverão ser movimentados aqui US$ 33 bilhões em 2013, ante os US$ 26 bilhões de 2008. Apenas com publicidade, o valor total estimado de investimentos para 2013 é de US$ 10,6 bilhões. No ano passado, os gastos somaram US$ 9,4 bilhões.
Outro ponto dissonante da América Latina em relação ao resto do mundo diz respeito à continuidade do crescimento das mídias tradicionais. Apesar de internet, videogame, música digital e outras novas mídias terem previsão de forte alta, jornais, revistas e TV não devem perder receita na região.
Não é o que deve acontecer em outros países. O mercado de jornais (que inclui faturamento com publicidade e circulação) na América do Norte cairá 5,8% entre 2009 e 2013, prevê a pesquisa. A mesma tendência se dará na Europa. Na Ásia, o número crescerá só 0,1%. Já na América Latina, a alta será de 1,9% no período. No Brasil, prevê-se avanço de 1,4%.
Fonte: Folha de S.Paulo
Jener Tinôco recebe Comenda Jessé Pinto Freire
Durante a 13ª edição da Convenção de Comércio e Serviços do Rio Grande do Norte, realizada no Centro de Convenções de Natal, o diretor da Armação Propaganda, Jener Tinôco, recebeu da CDL, a Comenda Jessé Pinto Freire. A entrega foi feita pela Prefeita de Natal, Micarla de Souza.
Este é um prêmio entregue anualmente, destinado à personalidades e entidades importantes para o setor de comércio e serviços do nosso Estado. O prêmio é também uma homenagem a quem acredita e incentiva o desenvolvimento do RN.
O evento foi promovido pela Federação das Câmaras de Dirigentes Lojistas do RN (FCDL-RN) e Câmara de Dirigentes Lojistas de Natal (CDL-Natal) e reuniu, aproximadamente, mil participantes de várias regiões do Estado.
Ao lado de Jener, outras personalidades receberam a Comenda e o Blog da Armação estende a homenagem a todos:Fernando Fernandes, Francisco Derneval de Sá, Marcos Aurélio de Sá, Noilde Ramalho e Vilma Freitas, senador Garibaldi Alves, João Patriota, Manoel Etelvino e Marcantoni Gadelha.
Arrumiá. Melhores momentos.
Conforme prometido, depois da ressaca, chegou a hora de compartilharmos os melhores momentos da nossa festa junina.
Cai, cai balão…
Belita, Neia e Wagner, fantasiado de Preto Velho.
A dupla da novela que acabou: Dóra & Florisbela.
A banda do momento: Tua mãe é minha boy
Pia a cara dele.
Candidatas à Rainha do Milho abraçam e babam PPP – Paulo Perigoso Peres
Thiago e Neidinha. Torcida fundamental e comemoração que esticou até ontem depois do cinema
Neidinha, a Rainha do Milho do Arrumiá 2009 recebe e usufrui de seu prêmio.
Família. A fofa da Tarsila com a mãe, Karem.

Mulé, esse menino é a cara do pai!
Sandra e Carol, a irmã que ela diz que é filha.
É. Parece que o bebê de Dani era figurante.
Gustavo Dundun e Hemiliane, a agregada que segura o bebê.
A quadrilha: Ingrid abraça Dani que aperta algum lugar das costas de Modrack, que apalpa Paulo André que segura Dani pela perna(?) que enlaça a cintura de Ingrid.

















